Os meus dois meses de salsa já estão a dar frutos!
Para quem nao pode estar presente aqui ficam os videos como prometido!
Onde está a B?;)
beijos
http://www.youtube.com/watch?v=Jd5YBiutR7w
http://www.youtube.com/watch?v=rhJi78dkYUc
'Have we not stood here like trees in the ground long enough?' - Walt Whitman 'One doesn't discover new lands whithout consenting to lose sight of the shore for a very long time' - Andre Gıde
domingo, 19 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Encaixam? Eu feliz ou infelizmente sim...!
Geração Y exige mudanças no ambiente corporativo
Um assunto delicado está tirando o sono das empresas e seus gestores. Como atrair e fidelizar talentos. Essa é uma das questões mais cruciais do momento. Diversos fatores como aumento da atividade econômica, expatriação de profissionais e até o déficit educativo do país estão levando ao que se chama de "apagão de mão-de-obra". Porém, um dos fatores mais intrigantes não tem nada a ver com nenhuma dessas questões. Trata-se da dificuldade das empresas em entender os anseios e desejos da Geração Y. Em entrevista ao Programa Negócio Futuro, a especialista em RH, Sofia Esteves, da Cia de Talentos, explicou que são classificados como Geração Y os nascidos após 1980. "Essa geração viu os pais mergulharem de cabeça no trabalho e conviveu com uma nova dinâmica familiar", explica a especialista. Ela afirma que essa geração foi marcada pelo imediatismo. "Foi a geração do Shopping Center, onde tudo compra-se pronto e na hora".Com isso, esses jovens que estão ingressando no mercado de trabalho, às vezes, não têm paciência para participar de programas "monótonos" de estágio ou de trainee. De acordo com pesquisa recente da Cia de Talentos, o índice de evasão dos programas de trainee é de 30%.As empresas estão tentando entender as características desses jovens para reverter esse quadro. No geral, sabe-se que além da impaciência e do imediatismo, a Geração Y também não é muito fiel e mais tem outro olhar para os valores das gerações passadas. "Eles querem desafios e não tem medo de trocar de emprego quantas vezes forem necessárias. Largam o emprego para viajar, estudar ou simplesmente para buscar novos desafios em outras empresas".Também é característica dessa geração o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Eles não querem trabalhar 30 anos ou mais e juntar dinheiro para "curtir" a vida no futuro. "Muitos deles viram seus pais trabalharem demais e quando chegou a hora de se aposentar o cenário era diferente. Ou não tiveram saúde ou dinheiro suficiente como haviam planejado".Lidar com a Geração Y vai exigir das empresas mais agilidade e flexibilidade. Eles não respeitam hierarquias e cobram o acesso direto a presidência das empresas, caso acreditem em suas contribuições para o negócio. Não são capazes de esperar trâmites burocráticos quando enxergam uma boa oportunidade ou uma forma diferente para o negócio. Além de tudo isso, eles querem liberdade para trabalhar e interagir com o mundo. Não estão acostumados aos sistemas antigos das empresas ou aos terminais de computadores programados apenas para a utilização do sistema padrão das empresas. Ou seja, será preciso muita flexibilidade para manter esses jovens motivados no atual ambiente corporativo.
Um assunto delicado está tirando o sono das empresas e seus gestores. Como atrair e fidelizar talentos. Essa é uma das questões mais cruciais do momento. Diversos fatores como aumento da atividade econômica, expatriação de profissionais e até o déficit educativo do país estão levando ao que se chama de "apagão de mão-de-obra". Porém, um dos fatores mais intrigantes não tem nada a ver com nenhuma dessas questões. Trata-se da dificuldade das empresas em entender os anseios e desejos da Geração Y. Em entrevista ao Programa Negócio Futuro, a especialista em RH, Sofia Esteves, da Cia de Talentos, explicou que são classificados como Geração Y os nascidos após 1980. "Essa geração viu os pais mergulharem de cabeça no trabalho e conviveu com uma nova dinâmica familiar", explica a especialista. Ela afirma que essa geração foi marcada pelo imediatismo. "Foi a geração do Shopping Center, onde tudo compra-se pronto e na hora".Com isso, esses jovens que estão ingressando no mercado de trabalho, às vezes, não têm paciência para participar de programas "monótonos" de estágio ou de trainee. De acordo com pesquisa recente da Cia de Talentos, o índice de evasão dos programas de trainee é de 30%.As empresas estão tentando entender as características desses jovens para reverter esse quadro. No geral, sabe-se que além da impaciência e do imediatismo, a Geração Y também não é muito fiel e mais tem outro olhar para os valores das gerações passadas. "Eles querem desafios e não tem medo de trocar de emprego quantas vezes forem necessárias. Largam o emprego para viajar, estudar ou simplesmente para buscar novos desafios em outras empresas".Também é característica dessa geração o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Eles não querem trabalhar 30 anos ou mais e juntar dinheiro para "curtir" a vida no futuro. "Muitos deles viram seus pais trabalharem demais e quando chegou a hora de se aposentar o cenário era diferente. Ou não tiveram saúde ou dinheiro suficiente como haviam planejado".Lidar com a Geração Y vai exigir das empresas mais agilidade e flexibilidade. Eles não respeitam hierarquias e cobram o acesso direto a presidência das empresas, caso acreditem em suas contribuições para o negócio. Não são capazes de esperar trâmites burocráticos quando enxergam uma boa oportunidade ou uma forma diferente para o negócio. Além de tudo isso, eles querem liberdade para trabalhar e interagir com o mundo. Não estão acostumados aos sistemas antigos das empresas ou aos terminais de computadores programados apenas para a utilização do sistema padrão das empresas. Ou seja, será preciso muita flexibilidade para manter esses jovens motivados no atual ambiente corporativo.
sábado, 27 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Obrigada
Desenvolvidas ou desenquadradas?
Sair da India para Singapura; largar os Saris para voltar a usar salto alto; deixar o espiritual e entrar nas corridas desenfreadas de todos os dias; voltar ou partir?
Ás vezes cansa aquilo que outros chamam "desenvolvimento". Os arranhaceus; os carros; os fumos; os ruidos e a pressão. O conforto; a "sabedoria" e a condescendencia. Os sucessos e a correcção.
Mas nem sempre nos conseguimos distanciar daquilo a que alguns chamam e aplaudem como: desenvolvimento. Quando as teorias de globalização mais aclamadas são as de produção por especialização, onde as "vantagens comparativas" incutem a certeza de "correcto" via dependencia e exploração. Os de "3º mundo" ficam pelos primários e os de 1º com os terciários... Ponto final. Paradoxal, n? E como que por magia, um pais tão bom a produzir "cacos", entra em colapso, pq o mundo deixa de querer os tão bons "cacos" que produz.
Quando as escolas de gestão nos ensinam a maximizar tudo e mais alguma coisa, nos explicam estratégias que vão vender milhoes... E se esquecem que todos somos e podemos ser quem quisermos. Pensar como entendermos e por à disposição muito mais do que se sabe, ou se diz nos livros. Mas não, a sociedade não permite diferenças nem individualismos, e só premeia quando há "mais valias" claras e provadas. Quando o valor criado para a sociedade aumenta o PIB. Então e o FIB?
E quando queremos estar apenas a criar o que faz sentido para nós? E quando queremos apenas dar o melhor de nós, quer isso signifique "bom" para o socialmente aceite ou não?
Confesso, que cada vez que sinto a felicidade de ser apenas eu, não desejo mudar nunca. Quer a dita "sociedade" concorde/aceite ou não. E não mudo.
Aqui fica algo para pensar:
Felicidade Interna Bruta FIB
Iniciativas inspiradoras mostram caminhos para um futuro mais humano
08/12/2008
Índice de Felicidade Interna Bruta, adotado no Butão, e experiência de microcrédito em
Bangladesh são experiências de uma economia voltada ao bem-estar das pessoas
Hoje, enquanto 75% da população mundial têm apenas o mínimo ou até menos
do necessário para sobreviver com alguma dignidade, os restantes 25%
consomem muito mais do que realmente precisam. Existem vários outros
dados preocupantes, mas apenas este é suficiente para, de maneira definitiva
e prioritária, colocar na mesa de discussão a realidade à que a humanidade
tem virado as costas: o modelo de vida atual não é sustentável e, se não
houver mudança de comportamento, tanto o planeta como a humanidade
correm sérios riscos.
Mais preocupante ainda é que predominam práticas e modelos que estimulam
o consumismo e a competitividade entre os indivíduos, reforçando essa
realidade. (...) a adoção do índice FIB — Felicidade Interna Bruta — pelo
Butão, um pequeno reino asiático junto à Cordilheira do Himalaia. O conceito,
que substitui o PIB (Produto Interno Bruto) vê a felicidade dos cidadãos como
um medidor de progresso nacional e um assunto de política pública. Em São
Paulo, a 1ª Conferência Internacional do FIB, organizada pelo Instituto Visão do
Futuro, trouxe ao Brasil especialistas para debater o tema. Entre os
convidados, Dasho Karma Ura, coordenador do Centro de Estudos do Butão.
A outra vem de Bangladesh e seu promotor é Muhammad Yunus, prêmio Nobel
da Paz em 2006 por sua iniciativa de conceder crédito a pessoas pobres
demais para terem acesso ao sistema convencional, além de ensiná-las a
saírem da pobreza. Durante uma palestra em São Paulo, promovida pelo
Banco Real (parceiro apoiador do Akatu) e mediada por Helio Mattar, diretorpresidente
do Akatu, Yunus explicou como fez para tirar da pobreza mais de 7
milhões de pessoas dentro e fora de seu país.
A felicidade como objetivo de uma nação
Imagine se entre as obrigações básicas do governo (garantir acesso à saúde,
educação, trabalho e segurança) estivesse listada também o acesso à
felicidade. Parece algo distante, mas isso é realidade no Butão, um reino que
preferiu ir além do PIB — índice que mede a quantidade de riqueza produzida
por determinada nação, sem, no entanto, considerar as condições humanas de
sua produção — e adotou a FIB (Felicidade Interna Bruta).
“É um índice que combina vários indicadores que embasam as decisões
políticas do país”, define Karma Ura. “Essas políticas, por sua vez, estão
direcionadas principalmente para a felicidade da população.” São nove os
indicadores que compõem a FIB: bom padrão de vida econômica, boa
governança, educação de qualidade, boa saúde, vitalidade comunitária,
proteção e conservação ambiental, acesso à cultura, gestão equilibrada de
tempo e bem-estar psicológico.
Esses indicadores, segundo Karma Ura, permitem que o governo conheça a
realidade que está por trás dos números, garantindo o desenvolvimento
integral. Ou seja, “a renda não é buscada pelo seu bem em si, mas para
aumentar a qualidade de vida, para obter a felicidade baseada na ética, em
cultivar relacionamentos entre a diversidade populacional e com a natureza”,
completa.
Documento inteiro em:
http://www.dhnet.org.br/direitos/indicadores/felicidade/felicidade_interna_bruta_fib.pdf
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Cuba, para bailar la salsa!
Pois é, finalmente estou a ter aulas de salsa.
Para quem me conhece bem e já não me podia ouvir falar da minha vontade de salsa e Cuba, aqui estou eu... rendida ao sabor destes ritmos que mexem com muita gente. Comigo então nem vos falo;)
Alcantra vai ser por isso o meu destino dos proximos meses (quiça anos) depois do trabalho, e é tãããão bom!
Para saber mais:
"Salsa, em castelhano, significa "tempero", e a adoção do nome quis transmitir a idéia de uma música com "sabor". O movimento que originou este novo estilo de música latinoamericana começou em Nova Iorque, quando um grupo de jovens músicos começou a mesclar sons e ritmos visando criar uma sonoridade que tivesse um "sabor" latino-americano.
A salsa debutou no hotel Saint-George, do Brooklyn (Nova Iorque), onde o grupo Lebron Brothers, de origem porto-riquenha entusiasmou o público no início dos anos 70. Daí se espalhou entre as comunidades latino-americanas nos EUA e Porto Rico, depois a Cuba, Venezuela, Colômbia e outros países de língua espanhola. Nomes como Tito Puente, Celia Cruz, Johny Pacheco se tornaram expoentes do gênero."
NY?? Quem diria hein? Aposto que se vos perguntasse onde foi criada a Salsa, provavelmente responderiam Cuba!
Mas bom, sendo originaria de Cuba ou não, o que é certo é que agora, que até já sei dar uns passinhos e já começo nestas andanças, agora sim é que é: Cuba e definitivamente CUBA para os meus anos em Outubro!
Contagiante, n?
http://www.youtube.com/watch?v=Mv1ZsSrE03o
Bjooo
Para quem me conhece bem e já não me podia ouvir falar da minha vontade de salsa e Cuba, aqui estou eu... rendida ao sabor destes ritmos que mexem com muita gente. Comigo então nem vos falo;)
Alcantra vai ser por isso o meu destino dos proximos meses (quiça anos) depois do trabalho, e é tãããão bom!
Para saber mais:
"Salsa, em castelhano, significa "tempero", e a adoção do nome quis transmitir a idéia de uma música com "sabor". O movimento que originou este novo estilo de música latinoamericana começou em Nova Iorque, quando um grupo de jovens músicos começou a mesclar sons e ritmos visando criar uma sonoridade que tivesse um "sabor" latino-americano.
A salsa debutou no hotel Saint-George, do Brooklyn (Nova Iorque), onde o grupo Lebron Brothers, de origem porto-riquenha entusiasmou o público no início dos anos 70. Daí se espalhou entre as comunidades latino-americanas nos EUA e Porto Rico, depois a Cuba, Venezuela, Colômbia e outros países de língua espanhola. Nomes como Tito Puente, Celia Cruz, Johny Pacheco se tornaram expoentes do gênero."
NY?? Quem diria hein? Aposto que se vos perguntasse onde foi criada a Salsa, provavelmente responderiam Cuba!
Mas bom, sendo originaria de Cuba ou não, o que é certo é que agora, que até já sei dar uns passinhos e já começo nestas andanças, agora sim é que é: Cuba e definitivamente CUBA para os meus anos em Outubro!
Contagiante, n?
http://www.youtube.com/watch?v=Mv1ZsSrE03o
Bjooo
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